Leia, de Ellen G. White, “Israel Recebe a Lei” e “O Cuidado de Deus para com os Pobres”, em Patriarcas e Profetas, p. 307-314; 530-536. Os conceitos de justiça e misericórdia são vistos ao longo de todo o Antigo Testamento. Examine, por exemplo, Deuteronômio 24:10-22. Esses conceitos eram muito importantes para ser deixados totalmente por conta das noções das pessoas sobre justiça e benevolência. O Senhor fez com que eles se recordassem do que tinham sido no passado, quando certamente estiveram entre os menos afortunados. “Lembrem-se de que vocês foram escravos no Egito; por isso lhes ordeno que façam tudo isso” (Dt 24:22, NVI). Precisamos sempre nos lembrar da graça e do favor imerecido que Deus nos concedeu. Assim, com a riqueza e a plenitude do que temos em Cristo (Ef 3:19; Cl 2:10), precisamos estar prontos a servir e a ajudar aqueles que precisam de nosso serviço e de nossa ajuda.

Perguntas para reflexão 1. De que maneira a ordem do quarto mandamento para que os servos descansem no sábado revela a ideia da igualdade de todos os seres humanos perante Deus? Como a universalidade do que Cristo fez na cruz revela, de maneira ainda maior, a igualdade de todos os seres humanos diante de Deus? 2. “Descubram qual é a necessidade dos pobres e sofredores, e então, com amor e bondade, ajudem essas pessoas a ter coragem, esperança e confiança, compartilhando com elas as boas coisas que Deus deu a vocês” (Ellen G. White, em Pacific Union Recorder, 21 de julho de 1904). Como fazer isso? Como compartilhar o que Cristo nos concedeu, mas de maneira palpável, ajudando verdadeiramente os necessitados?

Respostas sugestivas: 1. Em lugar de afligir forasteiros, viúvas e órfãos, devemos ajudá-los. Precisamos seguir os princípios da bondade, honestidade, imparcialidade, justiça e generosidade. Oprimir os pobres é insultar o Criador. 2. No trabalho que garante o sustento e a prosperidade, e no direito ao descanso para patrões, empregados, animais e para a própria terra. O descanso sabático para todos está de acordo com a misericórdia, relembrando que, apesar das diferenças, somos iguais em aspectos importantes. No ano sabático, enquanto a terra descansava, os pobres e animais poderiam comer dos frutos da terra livremente, o que deveria enfraquecer a tendência à avareza. Pessoas e propriedades vendidas eram resgatadas no ano do jubileu. 3. O sábado é um memorial da criação da Terra e de todos os seres vivos. Deus descansou nesse dia, o abençoou e o santificou, para que nele todas as criaturas também descansem nas Suas bênçãos e na Sua santidade, e compartilhem esses benefícios com os que sofrem por falta desse descanso em Deus. 4. Ensinando o evangelho às pessoas, ajudando a restaurar famílias, educando e lutando contra os abusos éticos, e suprindo as necessidades dos pobres. 5. Afastar-se da iniquidade, limpar as mãos do sangue, parar de praticar atos de maldade, aprender a fazer o bem, atender à justiça, repreender o opressor, defender o direito do órfão e pleitear a causa das viúvas. 6. Mesmo vivendo no pecado, o povo aparentava ter prazer em saber os caminhos de Deus, em praticar a justiça e em não deixar o direito divino. Perguntavam pelos direitos da justiça e mostravam prazer em se chegar a Deus. 7. Eles jejuavam e afligiam a alma ao mesmo tempo em que pensavam nos próprios interesses e oprimiam seus empregados. O jejum era ocasião para contenda, violência, injustiça social, mesquinhez, hipocrisia e egoísmo. Esse tipo de jejum trazia escuridão espiritual, doença e maldição. Além disso, estava associado à profanação do sábado, que resultava em ruína da nação. 8. Realizando ações de amparo aos necessitados, órfãos, aflitos e desamparados. Lutar contra a opressão a essas pessoas

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