A Palavra de Deus destaca certas condições necessárias para que o Espírito habite em nós.

Examinaremos as mais importantes hoje e amanhã.

3. Leia Atos 2:37, 38. Qual é a primeira condição para receber o Espírito Santo? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) Arrependimento e batismo nas águas.

B. ( ) Ter o dom de línguas.

Uma condição para receber o dom do Espírito Santo é o arrependimento. Quando ouvimos a Palavra de Deus, nossa consciência é despertada e podemos ser levados a uma compreensão da nossa verdadeira pecaminosidade e condição de perdidos. O verdadeiro arrependimento é mais do que apenas lamentar as terríveis consequências do pecado. É uma mudança completa no coração e na mente, para que possamos ver o pecado como ele realmente é: um mal horrendo e uma rebelião contra Deus. A única maneira de sentir o verdadeiro arrependimento é ser tocado pelo amor de Deus: “Ou desprezas a riqueza da Sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?” (Rm 2:4). 4. Leia Gálatas 3:14 e Tiago 1:6-8. Seria possível receber o Espírito Santo se não confiássemos na Palavra de Deus?

Jesus prometeu enviar o Espírito como Seu representante. Pela fé recebemos o dom prometido.

Mas se duvidamos da promessa de Deus e não confiamos em Sua Palavra, somos como uma pessoa vacilante e não podemos esperar receber nada da parte dEle. A fé é mais do que uma aceitação intelectual. É colocar nossa vida em risco, crendo que Deus cumprirá Sua palavra e não nos decepcionará, independentemente do que acontecer.

5. Leia Lucas 11:8-10, 13. Por que a intercessão persistente faz a diferença? Complete as lacunas: Porque ela nos prepara para ____________________________________ de Deus as __________________________ que, com __________________________, rogamos a Ele.

Deus é bom e amável, mais do que podemos ser com os nossos próprios filhos. Nossa intercessão persistente não muda Sua mente. A oração nos transforma e nos leva à presença dEle. Ela não faz o Senhor descer a nós, mas nos eleva até Ele. Nossas orações simplesmente revelam nossa determinação e nos preparam para a dádiva.”

Este era o ambiente no qual Jesus estava trabalhando: regras rígidas para a guarda do sábado, impossíveis de ser cumpridas, que arruinavam o propósito original do sábado. Ele devia ser um dia de repouso do trabalho; um dia para adorar a Deus e ter comunhão com outros fiéis de uma forma que não podemos fazer durante a semana de trabalho. Um dia em que as crianças sabiam que seus pais estariam mais acessíveis a elas do que poderiam estar em outras circunstâncias; um dia para se regozijar especialmente no que foi feito em nosso favor pelo nosso Criador e Redentor.

3. Leia Mateus 12:3-8 e 1 Samuel 21:1-6. Como Jesus reagiu ao pesado jugo dos fariseus? Qual foi a linha de raciocínio de Jesus?

Nesse episódio, Jesus disse o que voltou a dizer mais tarde de maneira muito mais forte (ver Mt 23:23, 24): que eles deviam se concentrar no que era realmente importante. Jesus recapitulou a conhecida história do rei Davi que, ao fugir, tomou o pão do tabernáculo, que devia ser comido somente pelos sacerdotes. Nessa situação, a fome de Davi e de seus companheiros era mais importante do que o ritual do tabernáculo que tinha outro propósito. Da mesma forma, a fome dos seguidores de Jesus era mais importante do que as orientações sobre o sábado (a respeito da colheita) que se destinavam a outro propósito.

Jesus citou também o trabalho dos sacerdotes no templo no dia de sábado. O sábado permitia o trabalho do ministério. Da mesma forma, o sábado permitia o trabalho dos companheiros de Jesus, porque Ele e Seu trabalho eram maiores que o templo.

Nada que Jesus disse nessa ocasião ou em qualquer outro momento a respeito da guarda do sábado diminuiu a ordem divina para que o guardemos. Ele estava tentando libertá-los, não do sábado, mas das regras sem sentido que ocultavam o propósito desse dia, que era o de ser uma expressão do descanso que temos em Cristo como nosso Criador e Redentor.

“Nos dias de Cristo, a observância do sábado havia se tornado tão distorcida que refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, em lugar do caráter do amorável Pai celestial” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 284). Analisando seus atos, o que você poderia fazer para garantir que eles reflitam o caráter de nosso amorável Pai celestial, e não o caráter do egoísmo e da arbitrariedade?