3. Leia Gálatas 2:1-10. Paulo disse: os falsos irmãos “infiltraram-se em nosso meio para espionar a liberdade que temos em Cristo Jesus e nos reduzir à escravidão” (Gl 2:4, NVI). Do que os cristãos são livres? Jo 8:31-36; Rm 6:6, 7; 8:2, 3; Gl 3:23-25; 4:7, 8; Hb 2:14, 15. Assinale a alternativa correta:

A. ( ) Da condenação da lei e do poder do pecado. B. ( ) Da obediência à lei.

A liberdade, como condição da experiência cristã, era um conceito importante para Paulo. Ele usou essa palavra com mais frequência do que qualquer outro autor do Novo Testamento. Além disso, as palavras “livre” e “liberdade” ocorrem várias vezes no livro de Gálatas. No entanto, liberdade para os cristãos significa ser livre em Cristo. É a oportunidade de ter uma vida de livre devoção a Deus. Envolve a liberdade da escravidão dos desejos de nossa natureza pecaminosa (Rm 6), liberdade da condenação da lei (Rm 8:1, 2) e liberdade do poder da morte (1Co 15:55).

4. Os apóstolos reconheceram que a Paulo “havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos” (Gl 2:7, NVI). O que isso sugere sobre a natureza da unidade e diversidade dentro da igreja? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) Não há espaço para a diversidade dentro da igreja. Para serem unidas, todas as pessoas devem ser iguais. B. ( ) O evangelho é um só, mas as maneiras de pregá-lo são diferentes, o que promove a diversidade na igreja.

Os apóstolos reconheceram que Deus havia chamado Paulo para pregar o evangelho aos gentios, assim como havia chamado Pedro para pregar aos judeus. Em ambos os casos, o evangelho era o mesmo, mas a maneira de ser apresentado dependia do povo ao qual os apóstolos estavam tentando alcançar. Implícito nesse verso “está o importante reconhecimento de que uma e a mesma fórmula deve ser ouvida de diversas maneiras e ter diferente força nos variados contextos sociais e culturais […]. É justamente essa unidade que é a base da unidade cristã, precisamente como a unidade na diversidade” (James D. G. Dunn, The Epistle to the Galatians [A Epístola aos Gálatas], Peabody, Massachusetts: Hendrickson Publishers, Inc., 1993, p. 106).

Até que ponto devemos estar abertos a métodos de evangelismo e testemunho que nos tirem da nossa “zona de conforto”? Existem formas de evangelismo que o incomodam? Quais são elas? Por que o incomodam? Você precisa ter a mente mais aberta para essas coisas?

 

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